Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

A CIDADE É UM PONTO DE ENCONTRO

Venha de longe ou de perto, tudo ali vai ter. Estradas, pessoas, produtos...

 

A cidade, como local de concentração de grande variedade de bens e serviços, transforma-se simultaneamente:

  • numa aglomeração de população e de empresas;
  • num centro que atrai pessoas que residem em áreas próximas e até distantes.

As pessoas procuram residir na cidade ou deslocam-se até lá porque:

  • é mais fácil conseguir trabalho e por isso muitas fazem deslocações diárias para o seu emprego localizado na cidade — são as migrações pendulares;
  • têm a certeza de que lá vão poder encontrar tudo, ou quase tudo, aquilo de que necessitam para satisfazer as suas necessidades do dia-a-dia.

As empresas têm todo o interesse em localizar os seus estabelecimentos na cidade pois:

  • têm a garantia de obter lucro devido ao elevado número de clientes;
  • podem conseguir trabalhadores com mais facilidade, graças à concentração pessoas na cidade.

Cada cidade tenha a sua área de influência, cuja dimensão depende da importância das funções da cidade.

Área de influência: área geográfica na qual a cidade exerce as suas funções.

 

19 Mar, 2009

Ambiente 1

Abate indiscriminado de árvores preocupa vice-governador do Bié (Angop)

 

O vice-governador para a organização dos serviços técnicos no Bié, Adolfo André, manifestou-se hoje, quinta-feira, preocupado com o aumento indiscriminado de abate das árvores, essencialmente para o fabrico de carvão, bem como uso de lenhas no seio das populações da região.

Ler tudo: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/ambiente/Abate-indiscriminado-arvores-preocupa-vice-governador-Bie,5d047d8e-f91d-47ea-8edb-8b5967ef1c6f.html

 

 

O QUE A CIDADE TEM PARA OFERECER

Apesar da oferta, muito do que existe na cidade não tem ali a sua origem!

 

Os residentes na cidade e os que a visitam, vindos de outras áreas, procuram satisfazer diferentes necessidades e, por isso, devem ter acesso a produtos e serviços muito variados:

• os bens alimentares que, na sua maior parte, são obtidos da agricultura e da pesca e que são consumidos sem sofrerem qualquer transformação, provêm do sector primário:

Produtos da Terra

— vegetais;

— carne;

— peixe;

— água;

— …

• os produtos fabricados pelas várias indústrias, e que por isso mesmo sofreram transformações mais menos profundas, são provenientes do sector secundário:

— livros;

— aparelhos electrónicos

— pronto-a-vestir;

— …

• o comércio, que põe à disposição da população todos os produtos do sector primário e secundário em vários locais, forma em conjunto com os diversos serviços, o que se chama o sector terciário, constituído por:

— centros comerciais;

— bancos;

— lojas;

— cinemas;

— hospitais;

— escolas;

— …

De uma forma simples, os três sectores podem distinguir-se pela natureza das actividades que os compõem. O sector terciário é o mais característico da cidade, pois é aqui que se concentra a maior diversidade de bens e serviços, mas a maior parte dos produtos, embora oferecidos na cidade, não são produzidos no seu interior, mas sim em áreas que podem ser próximas ou distantes e que têm características muito diferentes:

• áreas litorais;

• áreas rurais;

• áreas industriais ou urbano-industriais, quando se localizam próximo das cidades.

Na medida em que nestas áreas também residem muitas pessoas que se dirigem à cidade para beneficiarem do seu comércio e dos seus serviços, estabelecem-se entre a cidade e cada uma das outras áreas relações de complementaridade.

Relações de complementaridade: trocas entre duas áreas que oferecem bens ou serviços diferentes.

 

A MORFOLOGIA URBANA

O puzzle urbano... na Europa

A fisionomia das cidades reflecte-se na planta...

As numerosas actividades que se exercem na cidade permitem simultaneamente:

  • satisfazer as diversas necessidades das pessoas e empresas;
  • oferecer emprego a quem nela procura trabalho.

Para que estes objectivos possam ser atingidos, é necessário que se procure a melhor organização possível do espaço no interior das cidades. Este aspecto pode ser observado numa planta, onde se percebe a forma como se combinam os espaços construídos, os espaços livres e as vias de circulação;

Planta: projecção horizontal de uma cidade ou edifício de grande escala.

A análise de diferentes plantas de cidades permite-nos concluir que é possível distinguir diferentes formas de organização interna da cidade, normalmente associadas a diferentes áreas do Globo.

 

Nas cidades do continente europeu:

há normalmente um centro antigo, que se caracteriza pela planta irregular;

Planta irregular: planta de uma cidade onde as ruas estão dispostas de uma forma desorganizada, reflectindo o crescimento espontâneo da cidade.

a área urbana, no seu conjunto, pode organizar-se segundo uma planta radioconcêntrica ou apresentar plantas diferentes para sectores diferentes da cidade;

Planta radioconcêntrica: planta de uma cidade onde há um conjunto de ruas que divergem do centro e outras que são mais ou menos circulares e concêntricas.

  • as zonas industriais localizam-se na periferia;
  • é possível identificar áreas com tipos de construção característicos de determinados períodos;
  • os edifícios em altura surgem apenas no CBD, também chamado Centro de Negócios.

 

A organização interna de qualquer cidade fica a dever-se, fundamentalmente:

às características de relevo. Quando é acidentado adapta-se melhor a uma planta irregular e quando é plano permite plantas com malhas mais geométricas;

ao passado histórico e à época de fundação da cidade. Se a cidade, ou o sector da cidade, é antigo, as suas ruas não estão adaptadas à circulação automóvel; se a cidade é moderna, as ruas são mais largas para facilitar a circulação de veículos;

ao valor do solo nas diferentes áreas da cidade. No centro, mais acessível, onde os comércios e serviços desejam instalar-se, o preço do solo é elevado, por os edifícios são mais altos;

• à decisão dos poderes públicos. Se antigamente o crescimento da cidade se fazia de maneira espontânea, hoje em dia é ao planeamento urbano que cabe a decisão acerca da ocupação do solo nas várias áreas da cidade.

 

 

O puzzle urbano... no resto do Mundo

Os modelos de cidade diferem nas diferentes regiões do Globo.

 

Na Europa, o modelo de cidade reflecte a antiguidade da maior parte das cidades e as fases da sua evolução.

No resto do Mundo, onde a História é diferente, os modelos de cidade têm de ser também diferentes.

A cidade norte-americana, semelhante à australiana, tem características específicas:

Modelo de cidade norte-americana

• a inexistência de centro antigo bem como de edifícios de arquitectura clássica;

• a importância do CBD com edifícios de grande altura (arranha-céus);

• a dominância de planta ortogonal.

Planta ortogonal: planta de uma cidade onde as ruas são longas e rectilíneas e se cruzam perpendicularmente.

A cidade latino-americana e, de uma forma geral, as dos países em desenvolvimento distinguem-se pela:

• existência do centro colonial, com um tipo de construção própria; ausência de zonas industriais;

• nítida estratificação social das áreas residenciais;

• existência de bairros de lata (no Brasil são as favelas, em França chamam-lhe bidonvilles).

As diferenças encontrados nos modelos dos vários tipos de cidade ficam a dever-se:

ao passado histórico e à época de fundação da cidade. Se a cidade é de construção recente obedece geralmente a um plano prévio, apresenta uma planta geométrica e reflecte as novas técnicas de construção. Se a cidade é de ocupação mais antiga, e tem mesmo um passado colonial, apresenta marcas de outras épocas e até dos povos colonizadores;

ao nível de desenvolvimento do país. Se o país é industrializado, naturalmente a cidade apresenta áreas dedicadas a esta actividade. Se o país é pouco desenvolvido e existe uma grande parte da população com carências económicas, este facto surge reflectido nas características das áreas residenciais.

 

ORGANIZAÇÃO INTERNA DAS CIDADES / DIFERENCIAÇÃO FUNCIONAL DO ESPAÇO URBANO

Como se “arrumam” as cidades.

Nada se localiza ao acaso, cada “coisa” no seu sítio!

 

As cidades actuais identificam-se, fundamentalmente, por duas características:

• intensa aglomeração de população que aí reside e/ou trabalha;

• grande concentração e variedade de actividades que nela se exercem.

Apesar da sua grande diversidade, as actividades podem associar-se tendo em conta o tipo de necessidades que satisfazem à população, designando-se então por funções urbanas.

Função urbana: conjunto de actividades exercidas no interior de uma cidade que satisfazem determinadas necessidades da população. As mais frequentes são as funções: comercial, de serviços, industrial e residencial.

Deste modo, em todas as cidades é possível considerar várias funções que se concretizam em diferentes locais ou edifícios. Destas as mais representativas são:

Funções urbanas

Actividades/locais característicos

Residencial

Blocos de apartamentos, vivendas

Comercial

Lojas, tabacarias, pastelarias…

Industrial

Fábricas

Serviços

Pessoais

Cabeleireiro, cartório

de Saúde

Consultório, centro de saúde

Político-administrativos

Câmara Municipal, repartição de Finanças

Financeiros

Banco, seguros, bolsa

Religiosos

Igreja/catedral

Turísticos

Museu, monumento

Culturais/universitários

Universidades

Nem todas as localizações são vantajosas para cada uma destas funções porque:

• as características do espaço pretendido são diferentes de uma para outra;

• o modo como satisfazem a população depende do local onde se instalam.

 

Assim, o que normalmente acontece é que as actividades que têm alguma afinidade entre si, ou seja, que pertencem à mesma função urbana, têm localizações próxima e dão origem a que determinadas áreas da cidade se apresentem, sob o ponto vista funcional, mais ou menos homogéneas, são as áreas funcionais.

Área funcional: espaço, no interior da cidade, onde predomina uma determinada função urbana.

 

Em todas as cidades as áreas funcionais são semelhantes:

·   áreas industriais — espaços situados na periferia com infra-estruturas destinadas à implantação de fábricas e armazéns;

·   centro, CBD ou Baixa — área da cidade com forte acessibilidade, preferida para a localização do comércio e serviços;

·   áreas residenciais — espaços onde se concentram edifícios de habitação.

CBD (Central Business District): área funcional da cidade com uma forte concentração de comércio e serviços onde, por isso, aflui muita população e o preço do solo é muito elevado.

Comércio: actividade que permite a aquisição de produtos em troca de um valor monetário. Por exemplo, um supermercado.

Serviço: actividade que permite a satisfação de uma necessidade da população, pode ser em troca de um valor monetário, por exemplo, um cabeleireiro, ou um serviço grátis, por exemplo, uma repartição de Finanças.

Acessibilidade: maior ou menor facilidade com que se atinge um lugar a partir de outros.

 

A Nucha do http://treschavenasdecha.blogs.sapo.pt/ postou isto e eu vou continuar a passar a mensagem…

 

Aqui andam essencialmente “ filhos” mas também passam por cá país…

Para uns e para outros, talvez ajude a reflectir em conjunto; alguém me falava ontem do que é realmente importante na vida…

_________________________________

 

São os "nossos voluntariados caseiros"... Nada mais, nada menos como a caridade... devem começar em casa!

 Mário Cordeiro, pediatra, disse  numa conferência organizada pelo Departamento de Assuntos Sociais e Culturais da Câmara Municipal de Oeiras, que muitas birras e até problemas mais graves poderiam ser evitados se os pais conseguissem largar tudo quando chegam a casa para se dedicarem inteiramente aos seus filhos durante dez minutos.

Ao fim do dia os filhos têm tantas saudades dos pais e têm uma expectativa tão grande em relação ao momento da sua chegada a casa que bastava chegar, largar a pasta e o telemóvel e ficar exclusivamente disponível para eles, para os saciar. Passados dez minutos eles próprios deixam os pais naturalmente e voltam para as suas brincadeira

Estes dez minutos de atenção exclusiva servem para os tranquilizar, para eles sentirem que os pais também morrem de saudades deles e que são uma prioridade absoluta na sua vida.

Claro que os dez minutos podem ser estendidos ou até encurtados conforme as circunstâncias do momento ou de cada dia.

A ideia é que haja um tempo suficiente e de grande qualidade para estar com os filhos e dedicar-lhes toda a atenção.

Por incrível que pareça, esta atitude de largar tudo e desligar o telemóvel tem efeitos imediatos e facilmente verificáveis no dia-a-dia.

Todos os pais sabem por experiência própria que o cansaço do fim de dia, os nervos e stress acumulados e ainda a falta de atenção ou disponibilidade para estar com os filhos, dão origem a uma espiral negativa de sentimentos, impaciências e birras.

Por outras palavras, uma criança que espera pelos pais o dia inteiro e, quando os vê chegar, não os sente disponíveis para ela, acaba fatalmente por chamar a sua atenção da pior forma.

Por tudo isto e pelo que fica dito no início sobre a importância fundamental que os pais-homem têm no desenvolvimento dos seus filhos, é bom não perder de vista os timings e perceber que está nas nossas mãos fazer o tempo correr a nosso favor.

 

in Boletim da Acreditar

Importante. Reenviem e leiam, mesmo não tendo filhos...

 

 

 

Os alunos nºs: 2, 5, 8, 11, 14, 18, 21 e 24 deviam ter assinalado as frases: 1, 2 , 7, 8, 9, 10, 12, 13, 14, 18, 19, 26, 30, 35, 38, 40, 41, 42, 45, 47 e 50.

 

Os alunos nºs: 3, 6, 9, 12, 15, 19, 22 e 25 deviam ter assinalado as frases:1, 3, 5, 7, 8, 9, 11, 12, 13, 14, 17, 25, 26, 29, 32, 36, 37, 40, 43, 44, 45, 46, 47 e 50.

 

Os alunos nºs: 1, 4, 7, 10, 17, 20, 23 e 26 deviam ter assinalado as frases: 1, 2, 8, 15, 16, 17, 18, 23, 24, 31, 32, 35, 38, 39, 44, 45, 46 e 48.

12 Mar, 2009

Hora do planeta

A World Wildlife Fund (WWF), organização de conservação do ambiente, está a apelar ao mundo para aderir à sua iniciativa contra as alterações climáticas “Hora do Planeta 2009”, pedindo que todos apaguem a luz durante uma hora: das 20:30 H às 21:30 H, do dia 28 de Março de 2009.

 

 

 

 

Fica atento e sabe mais aqui: http://www.earthhour.org/news/pt:pt

 

Participa!http://www.wwf.pt/hora_do_planeta_2009/como_participar_/cidadaos/

 

Ajuda o Planeta!

 

 

A WWF pretende conseguir a adesão de mil milhões de pessoas, em mil cidades de todo o mundo, com o objectivo de diminuir as emissões de carbono e influenciar a reunião de líderes mundiais a realizar em Copenhaga, em Dezembro de 2009.

A mobilização de protesto através do apagar das luzes começou em Sydney em 2007, no âmbito de uma campanha semelhante a nível local. Neste momento, a iniciativa já conta com um total de 538 cidades, em 75 países, de Leste a Oeste que estão prontas a desligar as luzes.

Entre as cidades aderentes confirmadas contam-se Moscovo, Los Angeles, Las Vegas, Londres, Hong Kong, Sydeny, Roma, Manila, Oslo, Cape Town, Varsóvia, Singapura, Istambul, Cidade do México, Toronto, Dubai, Copenhaga, e pela primeira vez, Lisboa.

Alguns dos marcos mais emblemáticos do mundo também manifestaram a sua vontade de participar na acção de prostesto. É o caso do Burj Dubai, o hotel mais alto do mundo; a CN Tower em Toronto; a Torre da Federação de Moscovo; o Quirinale, – residência oficial do Presidente da República Italiana; a Torre Auckland´s Sky – a torre mais alta do Hemisfério Sul, entre outros.

Em Lisboa, o Cristo-Rei assim como a Ponte 25 de Abril, o Palácio de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Padrão das Descobertas, o Castelo de São Jorge, os Paços do Concelho e o Museu da Electricidade vão ficar apenas iluminados pela luz das estrelas; O Centro Cultural de Belém (CCB) assinala também a Hora do Planeta desligando por 15 minutos as suas luzes.

O “Novamente Geografando” junta-se a esta iniciativa e apela a todos para desligarem as suas luzes, demonstrando a consciência da sociedade portuguesa e o seu apoio à luta contra as alterações climáticas.

 

Os alunos nºs: 2, 5, 8, 11, 16, 19 e 23 deviam ter assinalado as frases: 1, 2 , 7, 8, 9, 10, 12, 13, 14, 18, 19, 26, 30, 35, 38, 40, 41, 42, 45, 47 e 50.

 

Os alunos nºs: 3, 6, 9, 12, 17, 21 e 24 deviam ter assinalado as frases: 1, 3, 5, 7, 8, 9, 11, 12, 13, 14, 17, 25, 26, 29, 32, 36, 37, 40, 43, 44, 45, 46, 47 e 50.

 

Os alunos nºs: 4, 7, 14, 18 e 22 deviam ter assinalado as frases: 1, 2, 8, 15, 16, 17, 18, 23, 24, 31, 32, 35, 38, 39, 44, 45, 46 e 48.