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Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

 

Nova Zelândia abre a maior central geotérmica do mundo

 

A Nova Zelândia acaba de anunciar a conclusão da maior fábrica de energia geotérmica do mundo. Projectada pela Mighty River Power, a central geotérmica Ngatamariki de 100 MW é o terceiro projecto de energia geotérmica realizado no país desde 2008. A infra-estrutura está localizada perto de Taupo e é considerada um marco estratégico, tal como uma importante conquista.

Devido à natureza complexa dos projectos geotérmicos, a empresa dedicou mais de uma década a construir parcerias e mais de €55 milhões (R$ 165 milhões) em explorações antes de tomar a decisão de avançar para a construção da fábrica.

“O nosso compromisso (…) para este projecto só foi confirmado depois de nos satisfazermos em cada uma das suas frentes – e a sustentabilidade a longo prazo dos recursos e retornos dos nossos investidores”, afirmou Joan Withers, da Mighty River Power.

Ormat, empresa responsável pela construção da fábrica, diz tratar-se da maior instalação do género do mundo. Funciona através da alimentação de conversores de energia com fluido geotérmico a alta temperatura (193º C). Nesta configuração, 100% do fluido geotérmico é reinjectado com zero consumos de água e baixas emissões, minimizando o impacto sobre o ambiente e sem esgotar os reservatórios subterrâneos.

Ao contrário de outras formas de energia sustentável, a geotérmica não está dependente das condições climáticas, o que significa que pode ser executada a qualquer altura, sem interrupções.

Inhabitat adianta que as cinco centrais geotérmicas da Mighty River Power geram cerca de 10% da electricidade anual total da Nova Zelândia. A iniciativa geotérmica da empresa evita o uso do carvão, poupando ao país mais de três milhões de toneladas de emissões de carbono por ano.

in: Green Savers

Segundo a estatítica oficial do Sapo, estas foram as visitas de ontem:
  1. Visitas - 128
  2. Média diária de visitas - 128
  3. Visualizações - 282
  4. Média diária de Visualizações - 282

Não me parece nada mal!

 

Quero deixar registrado aqui o meu MUITO OBRIGADA, a todos aqueles que visitam o blog, que encontram aqui, um cantinho para se informar sobre Geografia. Estes números servem para me manter motivada para melhorar cada dia mais, e mostra que este é o caminho certo.





"Todo mundo acredita que a Geografia não passa de uma disciplina escolar e universitária maçante e simplória, cuja função seria fornecer elementos de uma descrição 'desinteressada' do mundo. A despeito das aparências cuidadosamente mantidas, os problemas da Geografia interessam a todos os cidadãos. Pois a Geografia serve, em princípio, para fazer a guerra. Isso não significa que ela sirva apenas para conduzir operações militares. Ela serve também para organizar territórios, para melhor controlar os homens sobre os quais o aparelho de Estado exerce a sua autoridade. A Geografia é, desde o início, um saber estratégico estreitamento ligado a um conjunto de práticas políticas e militares(...) É contudo o espaço o domínio estratégico por excelência, o terreno onde se defrontam as forças em presença e onde se travam as lutas." Yves Lacoste

A imagem dos países em proporção à sua população online (com FOTOS)

Todos os dias, quando fica online, está a entrar na World Wide Web: um lugar onde a maior parte de África desaparece e onde a China eclipsa a Rússia como o país com maior massa terrestre no mundo. Pelo menos é isto que diz um novo mapa publicado pelo Oxford Internet Institute, que tem ampliado e minimizado os países de acordo com a sua população na internet.

Apesar de o Canadá se ter tornado muito mais pequeno do que a sua massa terrestre, foi tomado por um tom profundamente vermelho – o que significa que mais de 80% dos canadianos têm presença na web. A China, por outro lado, surge muito maior do que é na realidade, mas apenas levemente sombreada, já que grande parte da sua população ainda não está online.

Ao representarem os países desta forma, os investigadores descobriram que 42% dos utilizadores da internet do mundo estão na Ásia – há mais na China, na Índia e no Japão do que na Europa como um todo. E como estes países asiáticos têm enormes populações, eles são também os que têm mais espaço para crescer. A Índia é o melhor exemplo disso, já que menos de 20% da sua população está online e mesmo assim surge ampliada no mapa.

Um mapa semelhante do instituto relativo a 2008 mostra a rapidez com que as populações cibernautas podem crescer. Enquanto a maioria dos países africanos são pequenos no mapa actual, os utilizadores têm crescido exponencialmente desde esse último documento que incluía apenas sete nações africanas.

Neste cenário, o crescimento da população está concentrado principalmente em países do norte da África, no Quénia, na Nigéria e na África do Sul. A África Subsaariana tem registado um pequeno crescimento e muitos países albergam uma população na internet de menos de 10% da população total.

Os criadores do mapa, Mark Graham e Stefano De Sabbata, também criaram um mapa que marca os “impérios da internet”. Cada país foi colorido de acordo com o site mais visitado, tendo-se assim descoberto que o Google é o favorito a nível mundial. O Google foi o site mais visitado em 62 países e o Facebook ocupa o segundo lugar do ranking, com 50 países.

 

 

 

 

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penetração online_portugal

 

in: Green Savers

 

 

Bombaim (Índia) tem 319 edifícios verdes em construção

 

A construção sustentável chegou em força à Índia, sobretudo a Bombaim (ou Mumbai, se o leitor preferir). A cidade tem em construção 319 empreendimentos listados com o selo LEED, de acordo com o Green Building Council India (IGBC).

De acordo com a Exame, a cidade lidera o ranking indino de construção de baixo impacto ambiental. O projecto mais ambicioso é o World One, uma gigantesca torre residencial – a maior do mundo – que será inaugurada em 2015. Com 442 metros de altura, o edifício será erguido dentro dos padrões de construção ecológica.

Bombaim tem em andamento mais 60% de prédios verdes que Deli  - 199 projectos – ou Bangalore – 197 projectos. Estas cidades ocupam, respectivamente, o segundo e terceiro lugar no ranking do IGBC.

A lista tem seis cidades e inclui ainda Pune, Hyderabad e Chennai.

No total, a Índia conta com 2.111 projectos de construção sustentável registados no IGBC, o que coloca o país entre as cinco nações com mais projectos desta natureza no mundo. A redução de custos e a valorização imobiliária são argumentos-chave para esta aposta.

 

in: Green Savers

Camião do lixo híbrido, ecológico e silencioso já circula em Cascais (com VÍDEO)

 

Depois de um período de testes em Cascais, Lisboa e Porto, a Auto Sueco – representante da Volvo em Portugal – colocou o seu primeiro camião do lixo híbrido no concelho cascalense. O camião arranca a diesel mas rapidamente passa para o sistema eléctrico, o que o torna, inclusive, despercebido nas ruas por onde circula. Isto apesar das suas 14 toneladas.

“É o primeiro camião do lixo híbrido que colocamos em Portugal. Consome muito menos combustível, poluí menos o ambiente e é silencioso”, explicou ao Economia Verde Carlos Feliciano, director comercial do grupo Auto Sueco.

O camião pode ser visto nas ruas do concelho de Cascais. “A tecnologia híbrida chegou ao sector dos camiões, finalmente conseguiu-se perceber-se a energia eléctrica associada a este tipo de utilização”, continua Carlos Feliciano.

A condução eléctrica é assegurada por 14 baterias, sendo o sistema automático e recarregável enquanto se circula.

Segundo Luís Capão, administrador-executivo da Cascais Ambiente, o concelho gasta cerca de 400 mil litros de combustível por ano na recolha de lixo – entre €5 e €6 milhões por ano. O novo camião garante uma redução de 30% no consumo de combustível e metade da poluição sonora.

De acordo com Carlos Feliciano, o camião paga-se em três ou quatro anos. A partir daí, as poupanças são crescentes.

 

in: Green Savers

Combustível automóvel com metano de aterros sanitários já está à venda

 

A californiana Clean Energy Fuels acaba de anunciar que começou a vender combustível para automóveis feito de metano extraído de aterros sanitários. A empresa espera vender este ano, na Califórnia, 57 milhões de litros de combustível a 40 postos de abastecimento, bem como a uma base de clientes que inclui a SuperShuttle e a Hertz.

O principal benefício do metano com origem em aterros sanitários é que não obriga à perfuração e devastação dos solos – logo, não potencia a ocorrência de contaminação de rios ou terramotos inesperados causados pela actividade. Para além disso, este combustível pode ser degradado de forma 90% mais limpa do que o diesel, segundo o CEO da Clean Energy.

A remoção do gás metano dos aterros é importante para a redução do seu impacto na natureza – o metano é a segunda fonte mais comum de emissões de gases com efeito de estufa produzidas pelo Homem e os aterros sanitários são a terceira maior fonte. Devido à sua origem, o gás é considerado uma fonte de energia renovável.

Há vários anos que estão a ser desenvolvidos métodos de captura deste metano – para servir como combustível aos transportes e como electricidade – mas parece ser uma surpresa para os especialistas da indústria ver o biogás desenvolvido como combustível disponível comercialmente tão rapidamente. Muitos não esperavam que chegasse ao mercado ainda nesta década.

Apesar de o gás ser relativamente caro de produzir, os actuais incentivos da Califórnia permitem à Clean Energy Fuels vender este combustível aproximadamente pelo mesmo preço do que o gás natural convencional e por muito menos do que o diesel, assegura o Inhabitat. As credenciais ambientais servem como um ponto de venda para os proprietários de grandes frotas que já passaram a utilizar veículos movidos a gás natural, mas que estão à procura de um combustível que seja mais amigo do ambiente.

Utilizar o gás que escapa da podridão do lixo para mover os nossos carros podem parecer estranho num primeiro momento, mas é certamente muito melhor do que injectar uma fórmula secreta de produtos químicos na terra para criar “energia verde”.

 

in: Green Savers

Coca-Cola prepara quiosques de purificação de água para regiões em desenvolvimento

 

Uma cooperação entre várias empresas e ONGs, liderada pela Coca-Cola, está a desenvolver 2.000 quiosques de purificação de água para as comunidades rurais de 20 países, até finais de 2015. Os quiosques não precisam de estar ligados à rede e irão levar água potável a pelo menos 6.000 pessoas por dia.

A estratégia pretende levar 500 milhões de litros de água potável para estes locais, possibilitando, paralelamente, novas oportunidades empresariais para cerca de cinco milhões de mulheres que vivem nestas regiões afastadas de centros urbanos e, maioritariamente, em países em desenvolvimento.

Os quiosques estão a ser desenvolvidos em parceria com a DEKA R&D, uma organização liderada pelo inventor da Segway, Dean Kamen, e utilizam duas técnicas diferentes de purificação de água. A primeira, designada, Slingshot (“Catapulta”, em português), é uma pequena unidade que utiliza a destilação de compressão a vapor para transformar água suja em qualquer tipo de fonte de água potável.

A segunda unidade, ainda mais ambiciosa, é o chamado Ekocenter, um quiosque modular feito a partir de um contentor de seis metros e que fornece água potável, com a tecnologia catapulta, e outros serviços: desde comunicações sem rede até electricidade limpa.

Uma unidade destes pode purificar 300 mil litros de água por ano, o suficiente para dar de beber a 300 pessoas por dia. Pode ser electrificado com qualquer tipo de energia até 1 kilowatt.

Segundo o Business Green, um protótipo do Ekocenter está já em funcionamento em Heidelberg, na África do Sul, estando outro previsto para o final do ano, num local a designar.

“Através do Ekocenter temos a capacidade de mudar a vida das pessoas, oferencendo o acesso a água boa para beber e outros recursos. Paralelamente, damos poder aos empreendedores locais”, explica Muhtar Ken, CEO e chairman da Coca-Cola.

Para além da Coca-Cola e DEKA, estão a trabalhar neste projecto empresas como IBM, Inter-American Development Bank, McHann Health, NRG Energy, Qualcomm Technologies, UPS e TechnoServe.

Os Ekocenters serão colocados em África, Ásia, América Latina e América do Norte, mas ainda não foram revelados os locais exactos.

 

in: Green Savers