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Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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05 Out, 2016

FÉRIAS PAGAS?

... o CEO desta empresa incentiva os funcionários a gozar dias fora do escritório e ainda paga tudo…T-U-D-O!

ferias

Há chefes com quem dá gosto trabalhar e depois há este caso. Mark Douglas, CEO da empresa de marketing Steelhouse, é a imagem perfeita de um empresário que percebe a importância de “desligar” do local de trabalho, dos emails, do telefone a tocar. Para este empresário norte-americano, tão importante como o trabalho que fazemos é como aproveitamos os momentos de descanso.

O director desta empresa de marketing encontrou a forma perfeita de motivar a sua equipa, ao facultar a cada colaborador cerca de €1780 para gastarem em férias. Não é para gastar em obras lá em casa ou no carro novo, não, é mesmo para desanuviar o corpo e mente do lufa-lufa absorvente da vida empresarial da actualidade.

Assim, a ideia desta medida é perfeita de tão simples que é: o montante dado a cada funcionário está pré-estabelecido para todos, mas a forma como esse valor é gasto depende a 100% dos gostos pessoais de cada funcionário. Uma viagem mais longa, várias escapadelas ao longo do ano… a única exigência deste CEO é que os colaboradores usem o dinheiro em actividades ligadas ao lazer, que lhes tragam verdadeira satisfação. O colaborador parte em férias para onde bem entender, e no regresso ao escritório apenas terá de apresentar os comprovativos para receber o reembolso do valor gasto.

Desde 2010 que esta invulgar medida de incentivo está em prática nesta empresa, mas no início os colaboradores nem sabiam bem como reagir, achando quase sempre que era alguma partida. Em entrevista ao Bussiness Insider, o empresário compara esta ideia, e a necessidade de a contrariar, à situação de um “leão que está em cativeiro e que, mesmo quando está livre, não sabe aproveitar a liberdade.”

O resultado desta experiência até agora? A melhor! Segundo o empresário, num universo de mais de 250 trabalhadores, apenas cinco pessoas deixaram a empresa nos últimos três anos. A empresa descobriu ainda que as pessoas voltavam ao trabalho de baterias recarregadas, acabando por ser mais produtivas, com benefícios óbvios para todos.

 

Mas porque que não há boas ideias destas por cá? 

Se calar ate há, é só uma questão de saber procuarar a empresa certa!

Mas bem que os nossos patrões podiam aproveitar estas ideias e não apenas as que lhs convêm.

 

Foto: Interesthing Wallpaper / Creative Commons

 

Estar preso no trânsito é das maiores impotências que podemos ter: a claustrofobia, sensação de não controlar o destino e, muitas vezes, o stress de chegarmos atrasado pode levar-nos a tomar decisões erradas: uma aceleração mais rápida ou tentativa de sair para outra estrada que, sabemos por senso comum, que também estará cheia de automóveis.

Todos os dias, milhões e milhões de pessoas passam pela mesma situação, no trânsito ou transportes públicos – a chamada hora de ponta. Um dos grandes desafios das cidades passa por conseguir encontrar uma forma de reduzir estes picos de trânsito e deixar a mobilidade fluir de forma normal – muitas áreas urbanas já incentivam as empresas a alterarem os horários de entrada dos funcionários ou a apostarem no teletrabalho – o que está em causa é a economia, ambiente e bem-estar de todos.

Veja algumas das horas de ponta mais interessantes de todo o mundo e, se quiser, compare-a com a sua. Provavelmente, vai sentir-se feliz por evitar os comboios sul-africanos, trânsito de Taiwan, metropolitano de Pequim ou as ruas escuras de Harare, no Zimbabué.

 

A hora de ponta 

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 zika

No futuro as doenças cardiovasculares e o cancro vão continuar a ser a principal causa de morte, mas devemo-nos confrontar com pandemias para as quais a medicina não vai estar preparada. Doenças como o dengue e o zika serão cada vez menos tropicais.

Diversas estirpes de insectos, responsáveis pela disseminação de agentes patogénicos, vão começar a invadir territórios que estão claramente fora do seu tradicional raio de acção e à medida que a temperatura global subir, esta tendência vai-se acentuar. Esta é a convicção de Francisco George, director-geral de Saúde que em declarações ao Expresso admitiu a probabilidade de no futuro “existirem pandemias que derrubem a barreira da espécie e o aparecimento de doenças desconhecidas” ou que não existiam entre nós desde o século XIX.

O também especialista em Saúde Pública e durante anos consultor da Organização Mundial de Saúde (OMS) explicou que “nunca conhecemos todos os vírus patogénicos que circulam”, daí a dificuldade que representará para a Medicina começar a defrontar-se com estirpes não estudadas e para as quais poderá não haver tratamento adequado. Mas neste cenário, o que Francisco George considera mais preocupante é o risco de a medicina deixar de conseguir tratar “o que antes já julgava ter curado”, consequência do consumo desenfreado de germicidas e antibióticos que está na origem de novas estirpes de bactérias, super resistentes.

De acordo com outro especialista, António Vaz Carneiro, director do Centro de Estudos de Medicina Baseada na Evidência, da Faculdade de Medicina de Lisboa “as doenças cardiovasculares e as oncológicas continuarão a ser as principais causas de mortalidade”, mas a OMS, através dos seus experts já alertou que a resistência aos antibióticos, motivada pela sua toma exagerada, poderá matar, até 2050, cerca de dez milhões de pessoas

 

Ideias não faltam a esta fábrica em Almada

plastico

Situada em Almada, a Extruplas é a única fábrica no nosso país a fazer a reciclagem de plásticos mistos e a transformá-los em produtos úteis para o quotidiano. Aqui são feitas peças de mobiliário urbano, pavimentos, pontes ou até parques infantis.

Desde o momento que deitamos os nossos resíduos para reciclagem até se transformarem num destes objectos há todo um processo que importa conhecer. Triagem, trituração, intrusão, transformação em perfis, carpintaria, tudo etapas fundamentais para transformar um pedaço de plástico em mesas, bancos, cadeiras e tantas outras possibilidades.

Com esta reutilização é possível dar uma vida ao plástico, que outra forma iria para aterro, e evita-se a utilização de madeira, havendo assim uma dupla vantagem ambiental neste projecto.

Conheça agora alguns dos produtos produzidos nesta fábrica.

O Minuto Verde é uma rubrica produzida pela Quercus e emitida aos dias úteis na RTP.

Foto: via Cretive Commons 

... o futuro é esta alternativa biodegradável e 100% natural

prato-biodegradavel

Vivemos na era do descartável. Diariamente produzimos quantidades absurdas de lixo, na grande maioria embalagens de plástico que, não sendo convenientemente recicladas, têm um imenso impacto negativo no meio ambiente.

Ao procurar uma solução para este problema ambiental, a empresa Leaf Republic criou uma alternativa perfeita: um prato descartável, à prova de líquidos e que demora apenas 28 dias para ficar em decomposição na natureza. Mas não é tudo. No fabrico deste prato especial não é utilizado nenhum componente sintético ou material artificial, apenas folhas que passam por um processo especial para manterem a forma.

Com o objectivo de reduzir em larga escala a quantidade de plástico que é produzida diariamente, a empresa quer começar a produção logo que possível, estando para isso a contar com o investimento conseguido através de crowdfunding.

Foto: Leaf Republic 

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