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Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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05 Nov, 2016

Ciclovia do futuro

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POLÓNIA: CICLOVIA QUE BRILHA NO ESCURO É ALIMENTADA A ENERGIA SOLAR

Fotos: TPA Sp. z o.o

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QUANTO LIXO ACUMULAMOS EM APENAS EM 7 DIAS?

 

Fotos: Gregg Segal

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Dados recolhidos por uma equipa de cientistas a estudar a Lampetra lusitanica, espécie sem valor gastronómico e que existe apenas na baía do Sado, apontam para um “declínio acentuado do número de efectivos”, disse Catarina Mateus, investigadora da Universidade de Évora. “Verifica-se uma redução drástica da área de distribuição desta espécie de água doce”, alertou a bióloga.

 

As conclusões foram tidas no âmbito de um trabalho de investigação sobre a “Lampetra lusitanica”. Já há três anos a investigação desta equipa, que conta com o apoio do MARE, Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, tinha identificado esta espécie das demais lampreias existentes em Portugal, migradoras e não migradoras.

“É uma espécie à beira da extinção, se não se fizer nada rapidamente”, declarou o investigador Pedro Raposo de Almeida, da Universidade de Évora, à Lusa. “É urgente adoptar medidas dirigidas à conservação desta espécie e do seu habitat, caso contrário a mesma poderá extinguir-se num futuro próximo.”

A lampreia do Sado habita um dos rios portugueses onde a pressão das actividades humanas se faz sentir de forma notória na qualidade e disponibilidade da água. Nesse local a “intermitência de algumas linhas de água é responsável por ‘stress’ hídrico, condição agravada pela presença de inúmeras tomadas de água, de efluentes contaminados com resíduos orgânicos, vários focos de poluição e proliferação de espécies piscícolas exóticas”, explicam os investigadores.

Para a responsável do projeto de investigação, Catarina Mateus, a reabilitação do leito e margens da ribeira da Marateca poderão ser determinantes para evitar a sua extinção.

Foto: Filipe Lopes 

02 Nov, 2016

Arte nas folhas

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ARTISTA CRIA OBRAS DE ARTE INTRINCADAS EM FOLHADAS CAÍDAS

Omid Asadi elevou a tradição outonal de apanhar folhas de várias cores a um outro nível. O artista resolveu utilizar folhas caídas para criar uma arte de recorte intrincada. Recorrendo apenas a um x-acto, Asadi utiliza as folhas que encontra caídas no chão como o seu meio, transformando-as em cenas figurativas de animais, humanos e arquitectónicas, dando-lhes uma nova vida.

 

Asadi gosta de ver a sua arte como uma maneira de olhar para o mundo de forma diferente, reparando na beleza natural que nos rodeia de uma forma alternativa. Inicialmente, o artista começou a apanhar folhas quando reparou que toda a gente as pisava e pontapeava sem reparar na sua cor ou beleza. As suas folhas preferidas para trabalhar são as de carvalho silvestre, tanto pela beleza como pela abundância na sua zona de residência.

Inspirado pelos artistas de corte de papel, Asadi resolveu colocar a sua lâmina nas folhas duráveis e resistentes que ia recolhendo. Embora as figuras que recorta nas folhas provenham todas do seu imaginário, Asadi também deixa que a forma das folhas que encontra o inspire. Veja aqui alguns dos trabalhos deste artista.

Fotos: Omid Asadi

 

burning the Amazon Rainforest

A conclusão é avançada pela associação ambientalista Zero, depois de ter analisado os dados relativos à qualidade do ar de 2011 a 2016, no período entre 1 de Agosto e 15 de Setembro.

Resultados? 2016 foi o ano em que os níveis de poluição foram, de longe, os mais elevados em Portugal.

 

A associação Zero analisou os dados disponibilizados no site da Agência Portuguesa do Ambiente, dando especial atenção a dois componentes: as partículas inaláveis e o ozono, ambos associados a situações de incêndios florestais. Assim, no caso das partículas inaláveis os incêndios tiveram um papel preponderante nos elevados níveis registados, bem como o transporte de massas de ar vindas do norte de África, que influenciaram as concentrações poluentes em muitos locais. Os valores mais elevados de partículas inaláveis, já com impacto para a saúde pública, registaram-se Estarreja, Vouzela, Funchal, Ílhavo e Montemor-o-Velho.

No caso do ozono, as elevadas temperaturas que se fizeram sentir este Verão podem em grande medida ajudar a explicar estes níveis acima da média dos anos anteriores. A estação de monitorização de Vouzela foi mesmo o local que acusou as mais elevadas concentrações de ozono, nos dias 8 e 9 de Agosto.

A associação  Zero alerta ainda que a legislação em vigor no nosso país não exige nenhum aviso à população em situações como as que se verificaram este ano. Para a Zero, e devido aos valores de tal forma elevados em determinados locais, as autoridades de saúde e de ambiente deveriam ter feito recomendações específicas, em particular em relação às populações mais sensíveis (crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias).

Aqui poderá consultar toda a informação disponibilizada pelo Agência Portuguesa do Ambiente, analisando as diversas zonas do país, e comparando com resultados de anos anteriores.

Foto: Porjecto Atitude Verde / Creative Commons 

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