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Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

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21 Mai, 2020

Istambul

Istanbul, como os turcos escrevem ou Istambul, como nós escrevemos, é a cidade mais populosa da Turquia, com aproximadamente 15,5 milhões de habitantes.

Como esta imagem permite confirmar, é uma cidade transcontinental - abrangendo os dois lados do estreito de Bósforo entre a Europa e a Ásia. A posição estratégica de Istambul entre os Mares Negro e Mediterrâneo fez da cidade uma porta de entrada para a disseminação de pessoas, bens e idéias ao longo de sua história.

41.013611 °, 28.955000 °

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Fonte da imagem: Planet

Uma bacia hidrográfica define-se como extensões do território limitadas por divisores topográficos, chamadas linhas de cumeada, onde toda a água da chuva é escoda para um mesmo ponto em comum, podendo ser o mar, um lago ou um outro rio.

Do ponto de vista hidrológico o pleno funcionamento de uma bacia assegura a manutenção das toalhas freáticas e em termos ecológicos permite o habitat das mais diversas espécies, tanto de flora como de fauna.

A maior bacia hidrográfica do mundo, fica no Brasil: é a bacia do rio Amazonas, com cerca de 7 milhões de quilómetros quadrados.

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19 Mai, 2020

Brøndby Haveby

Brøndby Haveby é uma comunidade residencial localizada nos arredores de Copenhaga, na Dinamarca.

É composta por casas com grandes jardins dianteiros, disposta em círculo, centradas em ruas sem saída. Esta disposição proporciona aos moradores urbanos a oportunidade de viver fora da cidade e cultivar pequenas hortas de subsistência, ou por hobby, durante os meses de verão.

55,637185 °, 12,399623 °

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Imagem: Maxar

 

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Achas que não vale a pena sair de casa para exercer o teu direito de voto?

Então conhece 32 pessoas que morreram para que atualmente possamos votar.

Durante mais de 30 anos António de Oliveira Salazar governou Portugal com punho de ferro. Através de um regime nacionalista, autoritário e repressivo despolitizou-se, desmobilizou a participação cívica dos portugueses e criou uma única e determinada imagem do país.

Pretensamente sem conflitos, problemas, miséria e dificuldades, segundo a norma de «o que se parece é». Mas os homens e mulheres de então tinham fome, viviam amordaçados pelo lápis azul dos censores, controlados por escutas telefónicas ou violação do seu correio, intimidados pelos informadores que colaboravam com o regime.

Atormentados pelas torturas da estátua ou do sono perpetrados pela PIDE. Julgados por tribunais fantoches onde a liberdade ficava à porta e onde os próprios advogados passavam a réus. Se a sua atitude fosse considerada suspeita eram saneados, impedidos de exercer a função pública, exilados ou deportados para campos de concentração, ou simplesmente assassinados.

Estes homens e mulheres têm um rosto, sofreram a repressão, enfrentaram-na de forma corajosa e muitos morreram de forma heróica a combatê-la.

Foram 32 os prisioneiros políticos que morreram no Tarrafal; os seus corpos só depois do 25 de Abril puderam voltar à pátria:

Francisco José Pereira
Marinheiro, nasceu em Lisboa em 1909. Em Setembro de 1936, é preso em sequência da sua participação na Revolta dos Marinheiros. É enviado para o Tarrafal no dia 17 de Outubro do mesmo ano. Morre em 20 de Setembro de 1937.

Pedro de Matos Filipe 
Nasceu em Almada em 19 de Junho de 1905 e era descarregador. No dia 30 de Janeiro de 1934 é preso, sendo enviado para o Tarrafal no dia 23 de Outubro de 1936. Morreu no dia 20 de Setembro do ano seguinte.

Francisco Domingues Quintas 
Industrial, nasceu em Grijó, no Porto, em Abril de 1889. Preso no dia 28 de Agosto de 1936, é enviado no dia 17 de Outubro para o Tarrafal, onde morre no dia 22 de Setembro de 1937.

Rafael Tobias Pinto da Silva 
Nascido em 1911 em Lisboa, este relojoeiro é preso em 7 de Novembro de 1935. Enviado para o Tarrafal a 17 de Outubro de 1936, depois de ter sido absolvido pelo Tribunal Militar Especial, morre no dia 22 de Setembro do ano seguinte.

Augusto Costa
Operário vidreiro nascido em Leiria, é preso no dia 1 de Fevereiro de 1934, na sequência do levantamento do 18 de Janeiro. Em 23 de Outubro de 1936, é enviado para o Tarrafal, onde viria a falecer menos de um ano antes, a 22 de Setembro de 1937.

Cândido Alves Barja
Marinheiro, nascido em Castro Verde em Abril de 1910, é preso na revolta dos marinheiros. Enviado para o Tarrafal em finais de Outubro de 1936, morre no campo a 29 de Setembro de 1937.

Abílio Augusto Belchior
Marmorista nascido em 1897, é preso em Janeiro de 1932. Enviado para o Tarrafal no dia 23 de Outubro de 1936, acabou por morrer a 29 de Outubro do ano seguinte.

Francisco do Nascimento Esteves
Nascido em Lisboa em 1914, torneiro mecânico, foi preso em Maio de 1937. Passado um mês, é enviado para o Tarrafal, onde acabou por falecer, pouco mais de seis meses depois, a 21 de Janeiro de 1938.

Arnaldo Simões Januário
Barbeiro nascido em Coimbra em 1897, é preso no início de 1934. A 23 de Outubro de 1936, é enviado para o Tarrafal, onde morreu em Março de 1938.

Alfredo Caldeira
Nascido em Lisboa, em 1908, era pintor decorador. Preso em Outubro de 1933, é enviado, dois anos depois, para o Tarrafal. No primeiro dia de Dezembro de 1938, morre.

Fernando Alcobia
Vendedor de jornais nascido em Lisboa, é preso em Dezembro de 1935. Enviado para o Tarrafal a 29 de Outubro de 1936, faleceu em Dezembro de 1939. Tinha 24 anos.

Jaime da Fonseca e Sousa
Impressor na Casa da Moeda nascido em Tondela em 1902, foi enviado para o Tarrafal a 29 de Outubro de 1936. Morre em Julho de 1940.

Albino António de Oliveira Coelho 
Nasceu em 1897 e era motorista. Enviado para o Tarrafal em Novembro de 1937, faleceu em Agosto de 1940.

Mário dos Santos Castelhano
Empregado de escritório, nasceu em Lisboa em Maio de 1896. Preso em Janeiro de 1934, vai para o Tarrafal em Outubro de 1936. Morreu quatro anos depois.

Jacinto de Melo Faria Vilaça
Marinheiro nascido em Maio de 1914, foi preso em sequência da revolta dos marinheiros. Em Outubro de 1936, é enviado para o Tarrafal, onde morreu em Janeiro de 1941.

Casimiro Júlio Ferreira
Nasceu em Lisboa a 4 de Fevereiro de 1909. Funileiro de profissão, foi preso em Janeiro de 1934. Enviado para o Tarrafal em 29 de Outubro de 1936, morre em Setembro de 1941.

Albino António de Oliveira de Carvalho 
Nasceu em 1884, na Póvoa do Lanhoso. Comerciante, é preso em 1937 e enviado para o Tarrafal em Junho de 1939. Faleceu a 22 de Outubro de 1941.

António Guedes de Oliveira e Silva 
Motorista, nasceu em Vila Nova de Gaia a 1 de Maio de 1901. Em Novembro de 1937 foi preso, tendo sido desterrado para o Tarrafal dois anos depois, em Abril de 1939. Morreu em Novembro de 1941.

Ernesto José Ribeiro
Nasceu em Março de 1911, em Lisboa. Padeiro ou servente de pedreiro, é preso em Janeiro de 1934. a 23 de Outubro de 1936 é mandado para o Tarrafal. Morreria em Dezembro de 1941.

João Lopes Dinis
Canteiro nascido em Sintra, em 1904, é preso em Dezembro de 1934. Em Outubro de 1936 é enviado para o Tarrafal, onde viria a falecer a 12 de Dezembro de 1941.

Henrique Vale Domingues Fernandes
Nascido em Agosto de 1913, este marinheiro foi preso em Setembro de 1936. Dois meses depois rumava ao Tarrafal de onde não sairia com vida. Morreu no dia 7 de Janeiro de 1942.

Bento António Gonçalves
Nascido em Março de 1902 e natural de Santo André de Fiães do Rio, no concelho de Montalegre, era torneiro mecânico no Arsenal da Marinha. Em Novembro de 1935 é preso e onze meses mais tarde é enviado para o Tarrafal. Morreu a 11 de Setembro de 1942.

Damásio Martins Pereira
Operário, é enviado para o Tarrafal no dia 12 de Junho de 1937. Faleceu em Novembro de 1942.

António de Jesus Branco 
Descarregador nascido em Carregosa, no dia de Natal de 1906, é preso em Julho de 1936. A 29 de Outubro do mesmo ano é enviado para o Tarrafal. Morre em 1942, três dias depois de ter completado 36 anos.

Paulo José Dias 
Nasceu em Lisboa no dia 24 de Janeiro de 1904. Fogueiro-marítimo de profissão, é preso no dia 7 de Julho de 1939. Enviado para o Tarrafal em Junho de 1940, faleceu em Janeiro de 1943.

Joaquim Montes
Operário corticeiro nascido em Almada em 11 de Setembro de 1912, é preso a 30 de Janeiro de 1934. Enviado para o Tarrafal em Outubro de 1936, acabaria por morrer em Fevereiro de 1943.

Manuel Alves dos Reis
De Manuel Alves dos Reis pouco se sabe. Apenas que faleceu em 11 de Junho de 1943 no Campo de Concentração do Tarrafal.

Francisco Nascimento Gomes
Condutor, nascido em Vila Nova de Foz Côa a 28 de Agosto de 1909, foi preso em Outubro de 1937. Em Abril de 1939, é enviado para o Tarrafal onde acabou por falecer em Novembro de 1943.

Edmundo Gonçalves
Nascido, em Fevereiro de 1900, em Lisboa, foi preso em Dezembro de 1936. Enviado para o Tarrafal em Junho de 1937, morreu sete anos depois, em Junho de 1944.

Manuel Augusto da Costa
Pedreiro da Amora, chega ao Tarrafal a 29 de Outubro de 1936. Faleceu a 3 de Junho de 1945, pouco menos de um mês depois da derrota no nazifascismo na Europa.

Joaquim Marreiros
Marinheiro nascido em Lagos em 1910, é preso em Setembro de 1936, na sequência da Revolta dos Marinheiros. Estava no grupo de 150 presos que «inaugurou» o Campo do Tarrafal, em Outubro de 29 de Outubro de 1936. Morreu em 1948.

António Guerra
Nascido na Marinha Grande, a 23 de Junho de 1913, este empregado do comércio foi enviado para o Tarrafal a 29 de Outubro de 1936. Lá faleceu, no final de 1948. Foi a última vítima do «Campo da Morte Lenta».

 

Fonte: VortexMag

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No ensino a distância, há alguns procedimentos simples que são essenciais.

Enquanto aluno deves ter presente a importância (a necessidade!) de:

  • escrever sempre um «subject» (assunto) quando envias um e-mail ao professor. O «subject» (assunto) deve ser elucidativo/claro quanto ao conteúdo do e-mail;
  • identificar sempre os teus trabalhos e as mensagens que envias ao professor:
    escrever o nome próprio não é suficiente, é preciso também o apelido;
  • ter cuidado ao fotografar um trabalho: se fotografares com o telemóvel, este
    deve ser colocado paralelo ao papel, para o professor poder visualizar corretamente o trabalho efetuado;
  • antes de enviar um ficheiro ao professor, deves nomeá-lo de modo a identificar, quer o aluno, quer o trabalho.

Estes pequenos cuidados facilitarão muito a organização do trabalho – quer o teu quer o do teu(s) professor(es)!

Fonte: Porto Editora

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Sabias que cerca de 60% das doenças infeciosas humanas e 75% das doenças infeciosas emergentes são zoonóticas, ou seja, transmitidas através de animais?

Alguns exemplos recentes são o ébola, a gripe aviária, a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), o Vírus Nipah, a Febre do Vale Rift, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), a Febre do Nilo Ocidental, o vírus zika e, agora, o coronavírus – todos ligados à atividade humana.

O surto de ébola na África Ocidental é resultado de perdas florestais que levaram a vida selvagem a aproximar-se das povoações; a gripe aviária está relacionada com criação intensiva de aves e o vírus Nipah surgiu devido à intensificação da suinocultura e à produção de frutas na Malásia.

Cientistas e especialistas do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) estão a reunir os dados científicos mais recentes sobre a COVID-19 – tanto o que se sabe quanto o que não se sabe.

Embora a origem do surto e o seu caminho de propagação ainda não estejam claros, existem seis pontos importantes que vale a pena conhecer:

1- A interação de seres humanos ou rebanhos com animais selvagens pode nos expor à disseminação de possíveis patógenos. Para muitas zoonoses, os rebanhos servem de ponte epidemiológica entre a vida selvagem e as doenças humanas.

2- Os fatores determinantes do surgimento de zoonoses são as transformações do meio ambiente – geralmente resultado das atividades humanas, que vão desde a alteração no uso da terra até às mudanças climáticas; das mudanças nos hospedeiros animais e humanos aos patógenos em constante evolução para explorar novos hospedeiros.

3- As doenças associadas aos morcegos surgiram devido à perda de habitat por conta da desflorestação e da expansão agrícola. Esses mamíferos desempenham papéis importantes nos ecossistemas, sendo polinizadores noturnos e predadores de insetos.

4- A integridade do ecossistema evidencia a saúde e o desenvolvimento humano. As mudanças ambientais induzidas pelo homem modificam a estrutura populacional da vida selvagem e reduzem a biodiversidade, resultando em condições ambientais que favorecem determinados hospedeiros, vetores e/ou patógenos.

5- A pureza do ecossistema também ajuda a controlar as doenças, apoiando a diversidade biológica e dificultando a dispersão, o aumento e o domínio dos patógenos.

6- É impossível prever de onde, ou quando, virá o próximo surto. Temos cada vez mais evidências sugerindo que esses surtos ou epidemias podem se tornar mais frequentes à medida que o clima continua a mudar.

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“Nunca tivemos tantas oportunidades para as doenças passarem de animais selvagens e domésticos para pessoas”, disse a diretora-executiva do PNUMA, Inger Andersen.

“A perda contínua dos espaços naturais nos aproximou demasiadamente de animais e plantas que abrigam doenças que podem ser transmitidas para os seres humanos.”

A equipe do PNUMA está trabalhando continuamente nessas questões. As informações compartilhadas pela Divisão de Ciência estão disponíveis online com informações adicionais, incluindo uma lista de perguntas ainda não respondidas.

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“Nunca tivemos tantas oportunidades para as doenças passarem de animais selvagens e domésticos para pessoas”, disse a diretora-executiva do PNUMA, Inger Andersen.

“A perda contínua dos espaços naturais nos aproximou demasiadamente de animais e plantas que abrigam doenças que podem ser transmitidas para os seres humanos.”

A equipe do PNUMA está trabalhando continuamente nessas questões. As informações compartilhadas pela Divisão de Ciência estão disponíveis online com informações adicionais, incluindo uma lista de perguntas ainda não respondidas.

 

Este foi o tema do relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), de dia 8 de abril de 2020.

 

15 Mai, 2020

Balanço

Com tanto tempo, em casa, em frente ao computador e aos ecrãs, decidi voltar a dedicar-me, um pouco mais, ao blog.

Ando há demasiado tempo neste vai-não-vai, sem muita paciência, entre o desta-é-que-é e o fica-pr'amanhã, pois a minha disponibilidade foi sendo transferida aos poucos para as redes sociais.

 

Vamos ver se desta vez é para regressar mesmo em força!

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Queres saber o que está a acontecer no mundo agora? 

Nos dia que correm não é fácil ver como vai o Mundo "lá fora".

Em época de confinamento nas nossas casas, e enquanto não nos voltar a ser permitido viajar, apenas podemos "fazê-lo" virtualmente.

Assim este link permite aceder ao ficheiro com as hiperligações para as webcams nos locais assinalados.

Basta clicar e podemos ver, em tempo real o que se está a passar em vários locais do mundo!

Devido às alterações climáticas, os mosquitos que transmitem dengue, zika e febre amarela podem trazer estas doenças para Portugal, pois podem disseminar-se, dentro de uma década, pelo sul da Europa, onde se incluiu o nosso País.

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Esta é a conclusão de um estudo universitário do Imperial College London e da Universidade de Telavive, publicado a 1 de maio na revista científica “Nature Communications”.

De acordo com os resultados, entre 1950 e 2000, o mundo tornou-se 1,5 por cento (a cada década) mais apropriado ao desenvolvimento destes mosquitos. Prevê-se que esta tendência aumente para 3,2 a 4,4 por cento, por década, até 2050. 

7fdb876fc28cbff81ac99253d490eba3.pngAs previsões

Isto sucede por causa do aumento da temperatura e da mudança dos padrões de precipitação, que fazem aumentar as áreas em que os mosquitos da espécie “Aedes aegypti” podem viver. Nesses sítios inclui-se Portugal, Espanha, Grécia ou Turquia, além de países como China e Estados Unidos da América.

Kris Murray, do Instituto Grantham — Alterações Climáticas e Meio Ambiente, do Imperial College, explica que “este trabalho ajuda a revelar os possíveis custos, a longo prazo, de não reduzirmos agora as emissões de gases com efeito de estufa”.

De acordo com o investigador, os resultados do estudo mostram especificamente que os mosquitos já beneficiaram das recentes alterações climáticas, sentidas em todo o mundo, e que estão a aumentar o seu raio de ação – que só vai desacelerar caso haja diminuições significativas nas emissões de gases tóxicos. Os mosquitos em causa provocam outras doenças e estão já a aumentar o seu habitat e a provocar “surtos generalizados e repetidos”.