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Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Os principais impactes da atividade piscatória são:

• redução de stocks;

• diminuição da capacidade de regeneração das espécies;

• risco de extinção de várias espécies.

Algumas medidas de proteção:

• definição de quotas máximas de captura;

• regular o tamanho das redes;

• respeitar a época do defeso (época do ano em que é proibido pescar);

• respeitar o ciclo produtiva das espécies;

• criação de áreas protegidas.

 

Setor primário - engloba as atividades que exploram os recursos da natureza, sem os transformarem (exemplos: agricultura e pesca).

Setor secundário - engloba as atividades que transformam as matérias primas. (exemplos: indústria transformadora e produção de energia).

Setor terciário - engloba as atividades que prestam serviços. (exemplos: comércio e transportes).

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População ativa - Conjunto de indivíduos com idade mínima de 15 anos que, no período de referência, constituíam a mão de obra disponível para a produção de bens e serviços que entram no circuito económico (empregados e desempregados).

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População inativa - conjunto de indivíduos que, independentemente da sua idade, no período de referência não podia ser considerada economicamente ativa, isto é, não estava empregada, nem desempregada.

 

É inativo quem não está empregado nem desempregado, como é o caso da população estudantil, doméstica e reformada.

 

taxa de desemprego representa o número de desempregados por cada 100 ativos. Os ativos são a mão-de-obra disponível para trabalhar, incluindo-se na população ativa os trabalhadores que estão empregados e desempregados.

"As situações de seca em Portugal tornaram-se cada vez mais frequentes desde 2000 e o cenário deverá piorar em consequência das alterações climáticas e do aumento de frequência dos fenómenos extremos..."

Notícias ao minuto (01/04/19) 

 

O clima é o fator natural condicionante da agricultura presente na notícia.

As temperaturas extremas e a falta de precipitação condicionam o ciclo vegetativo das plantas, afetando a produção.

Exemplos de fatores naturais:

• Clima;

• Relevo;

• Solo.

 

O desenvolvimento científico permite ultrapassar condicionalismos naturais e aumentar o rendimento. Permite fertilizar os solos de forma mais eficaz, melhorar as sementes e utilizar técnicas mais eficientes. 

Exemplos de fatores humanos:

• desenvolvimento tecnológico e científico;

• qualificação dos agricultores;

• instabilidade política e social.

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A propósito do Dia Mundial dos Oceanos, a Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável anunciou cinco prioridades para a sustentabilidade dos oceanos e entre elas destaca a redução do plástico, a proteção de 10% de área marinha e uma melhor escolha no peixe consumido.

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“A conclusão do processo para ter 10 por cento de áreas marinhas protegidas” é uma das cinco prioridades da ZERO que avisa que “Portugal está entre os países que ainda não atingiu” essa percentagem “prevista para 2020, ficando-se por agora nos 7%”.

“Os oceanos enfrentam uma ameaça enorme e crescente pelas mais de oito mil milhões de toneladas de plástico que chegam ao meio marinho a partir de fontes terrestres todos os anos. Tal equivale a despejar um camião de lixo cheio de plástico nos oceanos a cada minuto”, lembra a associação.

“À escala mundial, apenas 9% de todos os resíduos de plástico gerados é reciclado. A reciclagem por si só não é suficiente para resolver a crise do plástico. Precisamos reduzir com urgência a quantidade de plástico descartável produzido, promovendo a sua menor utilização e soluções de reutilização como alternativa”, defende.

Outra prioridade é uma “melhor escolha do peixe que se consome”, uma vez que a ZERO diz que “os portugueses consomem, em média, 61,5 quilogramas de pescado per capita, estando em primeiro lugar na União Europeia e em terceiro a nível mundial, atrás apenas da Coreia e da Noruega”.

“É urgente que as políticas públicas incentivem a pesca sustentável ao mesmo tempo que se sensibiliza a população para a necessidade de integrar nos seus hábitos alimentares pescado de vida mais curta e espécies cujos ‘stocks’ não estejam em sobrepesca”, alerta.

No entender da ZERO, o país “precisa de uma área de emissões controladas no Mediterrâneo e frente a Portugal” uma vez que para as áreas costeiras e cidades portuárias, “os navios são uma importante fonte de poluição do ar” e, por isso, defende a criação de Áreas de Controlo de Emissões no Atlântico (ECA — Emission Control Area) para o enxofre e para o azoto que “estão previstas no Anexo VI da Convenção MARPOR da Organização Marítima Internacional”.

Uma última prioridade diz respeito à poluição dos navios de cruzeiro nas cidades portuárias e, neste sentido, a ZERO “mostra a sua satisfação face ao anúncio efetuado no passado dia 5 de junho, de que passará a estar disponível para os navios de cruzeiros, a partir de 2022, uma ligação elétrica para funcionamento enquanto estão no porto”.

“Tal decisão, comunicada com dois anos de antecedência, deve ser uma exigência e navios de cruzeiro sem essa capacidade não deverão poder escalar a capital a partir da data em que o sistema estiver instalado”, aponta.

Fonte: https://24.sapo.pt

O Dia Mundial dos Oceanos é assinalado hoje sob a máxima "inovação para um oceano sustentável" e pretende recordar a importância dos oceanos na vida das pessoas na preservação do planeta.

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Esta data comemora-se desde 1992, no seguimento da Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro (Conferência do Rio).

Este ano a data é celebrada com colóquios e conferências, um pouco por todo o mundo. Em Portugal, difundida pela internet, decorre uma palestra organizada pelo Centro de Comunicação dos Oceanos, com o apoio da UNESCO e da Comissão Oceanográfica Intergovernamental.

A propósito da data a associação ambientalista ANP/WWF e a Fundação Oceano Azul proferiram uma declaração conjunta na qual sustentam que os oceanos devem ser incluídos na recuperação económica após a pandemia de covid-19 que se está a viver. Destacam que essa recuperação deve ter em consideração a proteção e recuperação da vida marinha, a transição para uma economia circular e sustentável e um reforço do papel de liderança de Portugal na agenda internacional dos oceanos. As duas organizações, salientam que Portugal tem de olhar para o oceano além de documentos estratégicos e discursos, “incluindo-o nas suas opções político-económicas, nomeadamente no plano de relançamento da economia portuguesa”.

Em entrevista à Agência Lusa, o ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos, assegurou que a agenda da descarbonização, a recuperação de ecossistemas, como as pradarias marinhas, ou os planos em curso sobre áreas marinhas protegidas vão manter-se, apesar da crise provocada pela covid-19. Disse também que ainda este ano vão aumentar para o dobro as áreas marinhas protegidas em Portugal.

A associação ambientalista Zero, em comunicado, considera também como prioridade para a sustentabilidade dos oceanos, a redução do plástico e uma melhor escolha no peixe consumido. “Os oceanos enfrentam uma ameaça enorme e crescente pelas mais de oito mil milhões de toneladas de plástico que chegam ao meio marinho a partir de fontes terrestres todos os anos. Tal equivale a despejar um camião de lixo cheio de plástico nos oceanos a cada minuto”, lembra a associação.